REDES SOCIAIS E A QUARTA ONDA FEMINISTA NO BRASIL
UM ESPAÇO DE MOBILIZAÇÃO, DENÚNCIAS E ORGANIZAÇAO POLÍTICA PARA TRANSFORMAÇÕES LEGISLATIVAS
DOI:
https://doi.org/10.9771/rds.v6i2.71003Palavras-chave:
MULHERES, AUTONOMIA, Sexismo, racismo, ViolênciaResumo
O presente artigo propõe uma análise crítica, com base em dados estatísticos e notícias de grande repercussão na mídia, sobre o lugar e papel das mulheres dentro da estrutura social brasileira, sobretudo das mulheres não brancas e LBPT’s[1] e como o Cristianismo foi e continua sendo uma estratégia eficaz introduzida pelos colonizadores europeus para estabelecer e manter as posições e funções de cada sexo e como o patriarcado [branco] reage violentamente a qualquer “ameaça” aos seus privilégios. Por fim, também foi feita uma análise qualitativa sobre como as redes sociais têm sido um instrumento eficaz de denúncia, informação, acolhimento e organização política das mulheres, historicamente silenciadas e marginalizadas, e como o movimento ciberfeminista tem influenciado no Legislativo brasileiro.
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